

A Polícia Civil do Tocantins representou pela prisão preventiva de um homem identificado pelas iniciais L. N. D. S., de 32 anos, investigado por roubo a um estabelecimento comercial em Araguaína. A medida foi decretada pela 1ª Vara Criminal da Comarca e cumprida nesta quarta-feira, 13, pelas equipes policiais da 2ª Divisão de Repressão a Roubos (DRR) de Araguaína.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu no dia 10 de outubro de 2025, em um estabelecimento comercial, localizado no setor Vila Norte. Conforme o boletim de ocorrência, a proprietária do comércio estava no caixa quando foi surpreendida pelo suspeito, que entrou no local com uma camisa enrolada no rosto e usando boné azul.
Segundo o relato da vítima, o homem anunciou o assalto e manteve uma das mãos dentro de uma mochila, simulando estar armado. Cerca de R$ 90 em dinheiro foram levados do caixa.
Durante a apuração, a Polícia Civil analisou imagens de câmeras de segurança do próprio comércio e de estabelecimentos próximos, além de dados de monitoramento eletrônico. As informações reunidas indicaram a possível autoria do investigado.
A investigação também apontou que o homem já havia sido indiciado anteriormente por roubos a estabelecimentos comerciais em Araguaína. Ele utilizava tornozeleira eletrônica e, conforme relatório da Central de Monitoramento, passou pela região do comércio no horário do crime. Posteriormente, teria violado as regras do monitoramento e passado à condição de foragido após desativar o equipamento.
Diante dos elementos levantados no inquérito, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi decretada pelo Judiciário e cumprida pelas equipes policiais. A medida foi fundamentada na garantia da ordem pública e na necessidade de assegurar a aplicação da lei penal.
O delegado Fellipe Crivelaro destacou que o conjunto de provas foi determinante para a identificação do suspeito.“O trabalho investigativo permitiu identificar o suspeito por meio da análise de imagens de câmeras de segurança, levantamento de informações e relatórios de monitoramento eletrônico. A representação pela prisão preventiva foi encaminhada ao Poder Judiciário diante dos elementos reunidos no inquérito, que apontam indícios de autoria e circunstâncias relacionadas ao caso investigado”, afirmou.
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